quarta-feira, 6 de novembro de 2019

Seca no Nordeste -problema

Seca no Nordeste, problema insolúvel, ou não?
Hoje, domingo, pela manhã, num desses programas de TV ouvi alguém dizer “ as chuvas não acontecem porque não há evaporação das águas do oceano, devido as correntes frias que não permitem essa evaporação”.
Nunca ouvi nada que apresente tamanha lógica, como nessa frase tão simples. Mas se essa lógica aplicada à seca do Nordeste, tem alguma razão de ser, é possível que haja solução para a reversão do fenômeno que não permite essa evaporação. Senão vejamos; com alguma vontade política, escolha dos profissionais e cientistas certos, podemos sim interferir e até modificar esse ciclo prejudicado das águas, por essas correntes frias.
Criando-se uma comissão para estudar as razões efetivas, solucionar as causas, e escolher dentre os técnicos mais capacitados das diversas áreas envolvidas, e criando-se uma empresa especializada, que poderá vir a ter um alcance planetário, visto este não ser um problema apenas existente no Brasil. Tecnicamente proponho soluções quase que “naturais”, como exemplo a criação de recifes artificiais a montante de áreas próximas a costa de forma a se criar grandes espelhos d’água com baixa velocidade para se aumentar a temperatura da água. Com essa medida cria-se nesses espelhos uma evaporação artificial, produzindo as nuvens desejadas. Para se guiar as correntes de ar frias, o plantio de árvores com irrigação mecânica é uma das soluções, que poderia ter até um aspecto comercial, visto que já existem plantios desse tipo nessas regiões. Daí numa segunda fase a reconstituição da Mata Atlântica seria a prioridade, dentro de áreas cientificamente determinadas para se manter o fluxo das correntes de ar e a manutenção dos recifes e atóis para a perfeita harmonização do novo Ciclo das Águas alterado. Com uma recuperação acelerada de Mata Atlântica, bem planejada, consegue-se uma corrente de ar que pode levar os ventos de baixa altitude, se direcionarem à Oeste, carreando as nuvens recém formadas para o continente. Com a elevação dessas nuvens já para alturas maiores, conseguimos que o novo Ciclo das Águas se complete, com as correntes de ar de maiores altitudes.
Quero deixar claro que dentre esses estudos deve estar sempre presente a preocupação com o impacto ambiental, já que se interferindo com o clima, pode-se prejudicar a biosfera, portanto deve-se estudar meticulosamente esse impacto, e colocar-se em prática em pequenas áreas para amostragem e a coleta dos resultados serem avaliados antes da implantação final do sistema.
Oceanógrafos, e outros profissionais das áreas da engenharia ambiental, civil, hidráulica, mecânica e outros, que reunidos num mesmo ideal, certamente resolverão esse problema.
É claro contando-se com a ajuda do “Altíssimo” que há de nos apoiar nessa tarefa.
Gostaria, imensamente de receber sugestões praticas de pessoas idôneas que se preocupam e queiram realmente solucionar esse problema dos irmãos do Nordeste, e também do Sul.
Walter de O. Penteado.
domingo, 1 de abril de 2012.


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